O que está movendo o resultado
Diferença comparada ao 1º turno
* Considerando que as seções que faltam votem como no 1º turno.
Para onde foram os outros votos
Por região e estado
Onde a diferença está andando
Sua seção
Compare a sua urna nos dois turnos
O método nas eleições anteriores
Como a projeção se saiu em 2014, 2018 e 2022
Como calculamos
O modelo
Cada seção apurada no 2º turno é comparada com ela mesma no 1º. Por município, o modelo mede quanto dos votos de cada bloco do 1º turno (os dois finalistas, os demais candidatos, brancos e nulos) foi para cada lado, e aplica essa mesma "matriz de transferência" ao 1º turno das seções que ainda faltam. Município com poucas seções apuradas usa o comportamento do seu grupo — capital, interior grande ou interior pequeno do mesmo estado — até ter dados próprios.
A faixa provável
Combina a variação entre seções com uma margem extra para o fato de os municípios que chegam primeiro não serem iguais aos que faltam, calibrada refazendo as apurações de 2014, 2018 e 2022. A projeção só indica um vencedor quando a faixa inteira fica de um lado do empate, pela mesma regra para os dois candidatos, e nunca antes de 1% das seções. Nas três eleições refeitas, ela nunca apontou o vencedor errado.
Os dados e a conferência
Tudo sai dos arquivos públicos do TSE: o boletim de urna de cada seção (resultados.tse.jus.br) e os dados abertos do 1º turno. Antes de usar um boletim, o painel confere a cadeia de integridade publicada pelo próprio TSE: o hash divulgado confere o arquivo de assinaturas da urna, o certificado da urna foi emitido por uma autoridade certificadora das urnas do TSE, e a assinatura digital da urna sobre o boletim é válida (Ed521 nas urnas UE2020 e UE2022, ECDSA P-521 nas anteriores). Boletim que não confere fica de fora e aparece listado. Seções agregadas de outro jeito no 2º turno entram no placar, mas ficam fora do cálculo de transferência.